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21/11/2013

MPA e Embratur firmam parceria para impulsionar turismo da pesca

Lielson Tiozzo Portal Brasil



Flávio Dino (Embratur) e Marcelo Crivella firmaram o acordo
O Ministério da Pesca e Aquicultura e a Embratur firmaram no final do mês passado um “termo de cooperações” para impulsionar o desenvolvimento do turismo da pesca no Brasil. Segundo informações do Portal Brasil, “o acordo permitirá o desenvolvimento de roteiros turísticos voltados ao turismo de pesca. Atualmente, o Brasil já é um dos principais destinos do mundo nesse segmento, possuindo recordes na pesca esportiva internacional: o maior tucunaré (12,5 kg) e o maior marlim-azul (636 kg) foram pescados em águas brasileiras”.
O acordo fortalece a imagem do turismo de pesca do Brasil no exterior, identificando e propondo estratégias para o desenvolvimento de destinos e roteiros turísticos relacionados ao turismo de pesca, bem como conhecer o perfil dos turistas nacionais e internacionais que visitam o País.
“O Brasil possui uma das maiores redes hidrográficas do mundo e mais de 8 mil quilômetros de costa Precisamos aproveitar essa potencialidade”, lembra o ministro da Pesca, Marcelo Crivella.
Os principais destinos de turismo de pesca no País, segundo o Plano Aquarela 2020, são: Barcelos (AM), Arraial do Cabo (RJ), Rio Araguaia: Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pium (TO), Corumbá, Ladário e Porto Murtinho (MS), Angra dos Reis (RJ), Santarém e Altamira (PA), Florianópolis (SC), Vitória (ES), Natal (RN), Rio Paraná – Guaíra (PR), Aruanã e Luís Alves (GO), Baixo Rio Branco (RR) e Canavieiras (BA). A região que recebe maior número de turistas de pesca é a Amazônia, que, ano passado, recebeu 3 mil estrangeiros interessados no tema.
O presidente da Embratur, Flávio Dino, destacou que o turismo emprega mais de 10 milhões de brasileiros, gerando renda e oportunidades de negócio em todas as regiões do país, sendo responsável por mais de 3% do PIB.
“O turismo de pesca tem potencial de ampliar esses ganhos de renda em diversas regiões, especialmente a região Amazônica. E, naturalmente, ao estabelecermos uma política pública para o setor teremos instrumentos para coibir mais facilmente a entrada de criminosos que não estão interessados na exploração do turismo de pesca, mas em promover atividade ilícitas associadas a esse tipo de turismo, como tristemente já tivemos registro”, afirmou Dino, referindo-se a casos de exploração sexual desbaratados pela Polícia Federal.

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